Quando uma pessoa diz que não acredita em Deus ela é julgada como má pelos crentes nele. Outros dizem que apenas pessoas inteligentes não acreditam, por ser algo predestinado e sem muita explicação. E mais do que isso, existem as religiões. Uma religião é definida como uma forma de seguimento a Deus ou a outro ser destinado a adoração, grandes igrejas, templos ou outros recintos que seguem a um ser. Ao olhar dos céticos essa grandiosa forma de adoração não é nada mais que cômodo. Cômodo, por quê? Uma religião faz parte da cultura mundial, seja ela qual for; e o que é mais simples do que coisas prontas? Nada. Ela sempre vai estar lá, não importa o ano em que estejamos vivendo. É uma espécie de porto seguro? Sim. Promessas de uma ida ao céu são vendidas em igrejas, cura de doenças e até mais do que isso. Temos religiões tão severas que não permitem o uso de vários artifícios porque afirmam que são pecaminosas, e que o ser supremo não admite. Ou seja, não desfrutam de coisas necessárias, como televisão, computadores e outros meios de comunicação por passarem mensagens proibidas em algumas religiões. Mas qual é o porquê desse medo? Uma explicação talvez seja que esses meios podem abrir as portas da mente e assim muitos vão ver que tem mais explicações para a vida do que aquela na qual a igreja sempre mostrou. Várias pessoas ainda vivem esse dogma, deixando de lado coisas que poderiam adquirir para dar os famosos dízimos para a igreja e pra ir ao céu. Será que para entrar ao famoso paraíso teremos que pagar? Se tiver eu não quero ir, obrigada. Se tiver que pagar algo, prefiro ficar aqui mesmo, no inferno. Como diria os críticos, pequenas igrejas... Grandes negócios.
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Porque no nosso tempo...
Estou a décadas de distância de onde deveria estar, é impressionante como posso gostar tanto do passado, o Vintage me agrada. O mundo de hoje parece estranho, estou fora do lugar, pelo menos tenho amigos tão perdidos quanto eu, que também não entendem as tendências da vida atual. Sinceramente acho um absurdo ser chamado de ultrapassada, por gostar de Bowie, Doors...e ainda dizem que as coisas evoluem, o que é isso que toca nas rádios agora? Eu não entendo, será que os ouvidos das novas gerações foram afetados pelo buraco da camada de ozônio, pelo aquecimento global ou por algum outro dano que causamos no planeta? Olhem quem ganha dinheiro com "música" hoje em dia, eu praticamente não ouço mais rádio, não vejo mais MTV.Bem disse o Cazuza: "meus heróis morreram de overdose e meus inimigos estão no poder". Pra ser um ídolo era preciso quebrar regras, lutar contra a ditadura, criticar os governantes, o sistema, mudar os acordes, usar a ironia, ter autenticidade, doesse a quem doesse. Agora me parece tudo tão igual, as roupas, os discos, os livros e a juventude. Parece que para alguém gostar tem que ser plágio ou até auto-plágio e se ninguém gostar qual é o problema? A graça é fazer as coisas do seu próprio jeito, se alguém gostar maravilha, senão paciência, não pode ser direcionado como cópia. Sou saudosista até pelos tempos que não vivi, nestas horas que eu entendo quando as pessoas mais velhas começam com aquele discurso: “por que no meu tempo...", provavelmente viveram dias incríveis, mas só nos contam a parte ruim da história, para não ficarmos mais frustrados ainda.
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
...
Eles com tantas diferenças, mas cada uma faz com que se unam em um só amor.
Ela tão realista, com objetivos e medos. Mantém-se firme e pisa os pés na terra.
Ele é o oposto. Suas palavras preferidas são subjetividade e mudança.
Ela planeja no futuro todos os dias, faz planos e espera algo melhor em suas vidas.
Ele viaja a todo o momento, sem sequer pensar no futuro, sabe apenas que ainda pode melhorar sua vida e pensamento.
Ela anda em linha reta, não importando com os obstáculos. Visando seus objetivos.
Ele anda em constantes curvas e labirintos, vivendo seus dias perfeitos.
Ela o admira. Admira sua liberdade e forma de pensar apenas no presente, admira sua leveza e bem mais do que isso, o ama com suas diversas fases.
Ele apenas a ama muito não se importando com seus defeitos.
sábado, 4 de dezembro de 2010
Sem título...
Por que as pessoas se espantam quando você diz que não gosta de sair e prefere ficar em casa nos finais de semana? Isso sempre acontece, ainda mais quando eu digo que prefiro passar as madrugadas lendo, escrevendo e ouvindo alguns clássicos da música. Por que gastar uma hora tão produtiva se cansando em festas que você não se encaixa? Status? É isso mesmo. Mas por que as pessoas fazem isso? Deixam sua verdadeira identidade em casa e se camuflam para fazer parte de um grupo social, que todos estão atrás do mesmo objetivo, chamar a atenção e se tornar uma pessoa importante e “descolada”.
Eu realmente não entendo, não seria melhor fazer o que quer? Já que visam tanta liberdade em seus atos. Prefiro pessoas sem máscaras e que expõe verdadeiramente o seu eu. É, isso pode ser um pouco estranho e complexo para alguns, e é melhor mesmo continuarem agindo assim, deixe para as pessoas anormais fazerem isso... Pensar.
Não mesmo!
"Sexo, drogas e rock 'n' roll". Não mesmo! Eu não concordo com essa famosa trilogia. É lógico que certas substâncias, assim como sexo podem abrir as portas da mente, mas para mim basta uma música boa, ou seja, o Rock para sentirmos os mesmos efeitos do sexo e das drogas.
Tem dia que a inspiração vem, principalmente quando estamos sozinhos em puro ócio. Seria isso um ócio criativo?
(Swanni)
(Swanni)
Doble
Pessoas que tem dupla personalidade usam a melhor para conquistar alguém. Mas logo depois as duas se contrastam e a segunda vem à tona, então não se preocupe com isso, ou se preocupe, fica aí o aviso.
(Swanni)
(Swanni)
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Na real
Eu não entendo como as pessoas se apaixonam, é tão bom ser sozinha, sem se preocupar com a aparência, acordar e fazer o que quiser. Particularmente necessito de espaço, mas é um imenso espaço, para os meus pensamentos e meus atos, às vezes insanos.
A preferência de pessoas estarem sozinhas pode variar em diferentes aspectos, o meu é apenas uma forma de comodidade. Definindo o que eu quis dizer com comodidade, sem sentimentalismos, aparências e preocupações que possam aparecer. Às vezes até faz falta ter uma pessoa comigo, mas logo passa e eu volto à realidade. Nesses últimos dias eu realmente fiquei sozinha, sem amigas, na verdade acho que não tenho muitas amigas, o que já é o suficiente. Fiquei distante também da internet, isso pode ser bom um bom exercício para a mente, longe das futilidades e tentações e perto de livros e filmes. Ótima fuga da realidade (tirando as drogas) é a subjetividade dos livros e filmes, ainda mais se for algo estranho, o estranho me agrada. Ou seja, se você também não tem um grande círculo social, parta para a subjetividade, lá você encontrará uma pessoa que vai te entender, sem fazer muitas perguntas e se fazer, tenha certeza que será algo pertinente, o que te fará pensar.
Um viva ao vintage
Outro dia estava assistindo televisão (isso é raro), e algo chamou minha atenção. Em um desses programas que passam todas as tardes, estavam falando sobre coisas antigas. Os assuntos em foco eram a moda e objetos de decoração do passado que se unificam com as grandes obras da globalização, que são usados na atualidade e tem uma grande harmonização. O que mais observamos nas grandes passarelas da moda e na nova arquitetura, é exatamente isso, a junção do passado com o presente, algo bem interessante, que pode ser aproveitado por todos que tem bom gosto.
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