quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Na real

Eu não entendo como as pessoas se apaixonam, é tão bom ser sozinha, sem se preocupar com a aparência, acordar e fazer o que quiser. Particularmente necessito de espaço, mas é um imenso espaço, para os meus pensamentos e meus atos, às vezes insanos.
A preferência de pessoas estarem sozinhas pode variar em diferentes aspectos, o meu é apenas uma forma de comodidade. Definindo o que eu quis dizer com comodidade, sem sentimentalismos, aparências e preocupações que possam aparecer. Às vezes até faz falta ter uma pessoa comigo, mas logo passa e eu volto à realidade. Nesses últimos dias eu realmente fiquei sozinha, sem amigas, na verdade acho que não tenho muitas amigas, o que já é o suficiente. Fiquei distante também da internet, isso pode ser bom um bom exercício para a mente, longe das futilidades e tentações e perto de livros e filmes. Ótima fuga da realidade (tirando as drogas) é a subjetividade dos livros e filmes, ainda mais se for algo estranho, o estranho me agrada. Ou seja, se você também não tem um grande círculo social, parta para a subjetividade, lá você encontrará uma pessoa que vai te entender, sem fazer muitas perguntas e se fazer, tenha certeza que será algo pertinente, o que te fará pensar.

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